Gravidez na adolescência

A gravidez na adolescência ocorre com maior frequência em pessoas com baixa escolaridade e está relacionada, muitas vezes, com o mau uso dos métodos contracetivos.

A adolescência, idade compreendida, segundo a Organização Mundial da Saúde, entre 10 e 19 anos, é uma época de várias descobertas. O pico nos níveis hormonais, por exemplo, pode levar ao início da vida sexual, que pode acontecer de forma desprotegida.

É grande a parcela da população jovem que ignora a existência de métodos contracetivos ou, simplesmente, conhece-os, mas não os adota. Com isso, observa-se o aumento de doenças sexualmente transmissíveis, além da gravidez indesejada nessa faixa etária.

A gravidez na adolescência pode ter diversas causas. Algumas meninas relatam, inclusive, que a gravidez foi desejada. Entretanto, independentemente das causas e desejos de cada adolescente, facto é que a gravidez precoce é um problema de saúde pública, uma vez que causa riscos à saúde da mãe do bebé e tem impacto socioeconómico, pois muitas das grávidas abandonam os estudos e apresentam maior dificuldade para conseguir emprego.

Artigo da turma B do 7.º ano, do domínio tratado no 2.º período – Sexualidade

A influência dos mass media (e redes sociais)

Atualmente, as pessoas estão totalmente conectadas através dos mass media (meios de comunicação social, tais como a televisão, a rádio, a imprensa, as redes sociais, a internet, entre outros. As redes sociais na era digital, em especial, são muito atrativas para todos, e a comunicação é um ponto forte destes.

As redes sociais fazem parte da vida de qualquer jovem ou adolescente, de forma intensa, e muitas vezes acaba por se tornar um vício.

Para quem sabe tirar proveito, a Internet é ótima para auxiliar os alunos nos seus estudos, pois conseguem encontrar materiais de diversos tipos e sobre variados assuntos. Uma outra vantagem das redes sociais e da Internet é o facto de nos permitirem contactar com pessoas que estejam distantes de nós.

No entanto, o uso excessivo destes pode causar desleixo nos estudos, isolamento social, agressividade e sermos influenciados com ideias e opiniões que não são de todo verdadeiras.

Outro fator a ser observado é o tipo de publicações que os adolescentes e jovens compartilham nas redes sociais, nomeadamente informações muito pessoais, como endereços, números de telemóvel e fotos. Por mais que existam formas de restringir o acesso do público às publicações, não se pode confiar 100% na privacidade nas redes sociais.

É importante que os adolescentes e jovens contem com o controlo e a educação dos seus pais, mesmo que de uma forma passiva, conversando e explicando aos seus filhos como se devem comportar sem se exporem desnecessariamente nas redes sociais.

Artigo escrito pela turma 7.º C,
no âmbito da disciplina Cidadania e Desenvolvimento
março 2019

A (des)igualdade de género no mundo do trabalho

A desigualdade de género é um fenómeno social e cultural em que ocorre uma discriminação entre pessoas devido ao seu género, masculino e/ou feminino. O seu impacto pode notar-se em diferentes planos: social, familiar, profissional, entre outros.

A nível social, em algumas culturas, a mulher aparece subordinada à figura do esposo ou do pai. A nível económico, a mulher continua a receber, regra geral, salários mais baixos do que o seu par do género masculino que desempenha o mesmo cargo. As tarefas domésticas ou o cuidado das crianças ainda continuam a ser vistas como vinculadas à figura feminina.

A vida do desporto e a vida militar são exemplos onde estão presentes as
desigualdades de género de forma mais visível, quer pela força física “necessária” no caso da vida militar, quer pela visibilidade dos atletas no mundo do desporto, principalmente do futebol.

Um dos exemplos mais chocantes desta desigualdade reside na diferença
salarial entre os dois melhores jogadores de futebol feminino e masculino, respetivamente. Marta Silva, melhor jogadora de futebol feminino, condecorada com seis bolas de ouro, ganha 450 mil euros anuais. Por sua vez, Neymar, melhor jogador brasileiro (e nem sequer o melhor do mundo), ganha 42 milhões de euros por ano. Outra diferença entre estas duas categorias de futebol ressalta quando as ligas de futebol masculino são transmitidas nos meios de comunicação, mas tal não acontece com o futebol feminino.

Artigo escrito pela turma 7.º C, no âmbito da disciplina Cidadania e Desenvolvimento

A nossa visita à Associação de Apoio à Criança Abandonada

12 de janeiro de 2019 – 10.º E/E1 Cidadania e Desenvolvimento – Os Direitos das Crianças

Nós e elas: nós que tudo temos e elas que nada têm!

Por isso, levámos a cabo uma campanha na EPL para angariação de bens não perecíveis, brinquedos, manuais, calçado… Além disso, toda a turma contribuiu para a compra de material escolar, uma vez que o ano letivo destas crianças está prestes a começar, e para um pequeno lanche que com elas partilhámos.

Demos mas também recebemos: tivemos direito a uma pequena peça de teatro, a um desfile e a uma coreografia, sendo que também nós dançámos, desfilámos e até o jogo das cadeiras fizemos!

A repetir, sem dúvida!